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Como e quando usar recompensas para treinar cães e gatos?

por Equipe de comunicação
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O reforço positivo já é uma prática muito conhecida e elogiada por diversos especialistas. Ele consiste em recompensar o animal, reforçando um comportamento positivo dele. Além de promover o bem-estar do pet, o método estreita os laços entre o amigo e o tutor.

Este foi um dos temas abordados no programa Pet na Pan, da rádio Jovem Pan, que era apresentado por Alexandre Rossi, zootecnista e especialista em comportamento animal.

Tipos

A recompensa mais utilizada é o petisco. Existem inúmeros tipos com formas e gostos diferentes. Justamente por isso, é importante tomar cuidado com a quantidade deste reforço. Lembre-se de que mesmo sendo próprios, estes produtos causam obesidade ou, em grande volume, intoxicação.

Além disso, nem sempre os petiscos são os estímulos ideais. Muitos pets respondem melhor com brinquedos, como é o caso dos gatos.

Outra recompensa eficiente é o carinho. Festejar quando o animal faz algo correto é melhor do que dar bronca quando ele erra. Isso porque ele pode entender a bronca como atenção ou da forma errada. “Não adianta recompensar ou repreender algo se não for na hora certa. A gente sabe que o pet entendeu o que é esperado dele somente quando estiver fazendo as necessidades no local desejado”, reforça Alexandre.

Um exemplo do mau comportamento dos tutores é quando estes oferecem ao amigo um petisco para que ele não lata mais. Fazendo isso, o animal entende que quando late, ganha! O certo é ignorar. Além disso, os veterinários alertam para algo importante: petisco em demasia pode causar obesidade, tártaro, diabetes, entre outras complicações.

Você pode oferecer mais variedade de recompensa ao seu pet, mas tome cuidado para não banalizar a opção e o animal acabar perdendo a motivação. Não é só o tipo de alimento que vai estimulá-lo a querer ir atrás do certo, mas sim a frequência com que este reforço é disponibilizado ao animal.

“Os meus cachorros, por exemplo, têm a quantidade certa de comida por dia, assim como a minha gatinha. Então, quando a gente dá os petiscos ou a própria ração durante o dia, eles têm muito mais motivação”, conta Rossi.

É importante lembrar, também, que em momentos específicos é preciso oferecer uma recompensa muito mais estimulante para que o animal entenda que vale a pena obedecer.

Para ouvir o programa na íntegra e saber mais sobre este e outros assuntos, clique aqui.

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