COMPORTAMENTO

Caso 'Darth Vader' na Veja SP

por Equipe de Comunicação
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Não vou discorrer aqui sobre o famoso personagem da franquia cinematográfica, mas sim sobre um pequeno cão da raça daschund, chamado Darth Vader, cuja convivência com a família estava difícil há algum tempo. Contei a história dele recentemente em meu canal no YouTube.

O cachorro se mostrava agressivo em relação a pessoas estranhas, tanto em casa quanto na rua, o que poderia gerar algum acidente grave durante um passeio, por exemplo, mesmo considerando que não se trata de um cão de grande porte.

Situações como as vividas por essa família costumam afligir muitos tutores e, por esse motivo, é importante saber como agir.

O que causa

Comportamentos agressivos, por si só, são naturais entre os animais e se prestam a garantir a sobrevivência em algumas situações. No caso dos animais domésticos também é assim. Mas quando a agressividade ocorre com frequência e coloca pessoas e outros bichos em risco, deve-se tomar providências.

A agressividade pode surgir como reação a diversos gatilhos, como proteger um recurso importante, defender o território, evitar uma ameaça, afastar algo que provoca medo.

Por outro lado, se o cachorro começa a perceber que comportamentos agressivos geram consequências boas (sob o prisma dele, que fique claro) aumentará a frequência com que age desse modo.

Um exemplo bastante corriqueiro é: se o cão tem medo de pessoas estranhas e percebe que comportamentos agressivos afastam os seres humanos dele, naturalmente ele agirá dessa forma durante sua vida.

O que fazer?

Antes de mais nada, é muito importante pensar na segurança de todos (inclusive do próprio cão). O uso de focinheiras, quando iniciamos o adestramento de cachorros agressivos, permite que aproximações sejam seguras e as pessoas não precisem dar um pulo para trás ou ficar receosas quanto a uma mordida.

Com isso, é possível iniciar os treinos. Nesse momento, todas as situações identificadas como deflagradoras de comportamentos agressivos devem ser evitadas, para que a atitude não seja, de maneira alguma, reforçada.

Fazer associações positivas com as situações que geram agressividade (como a aproximação de pessoas), usando recompensas valorizadas pelo pet, ajuda a mostrar a ele que a consequência dessas cenas gera boas sensações, e não riscos.

Lembrando que, dependendo da gravidade do caso, é sempre importante contar com a ajuda de um adestrador que trabalhe com técnica baseada em reforço positivo, que saberá como agir de forma a treinar o cão, garantindo o seu bem-estar e segurança de todos.

Como prevenir

Uma das formas mais eficazes de evitar o surgimento de problemas de comportamento (inclusive agressividade) é investir em uma boa sociabilização quando os pets ainda são filhotes (no caso dos cães, até os 3 meses de idade), expondo-os aos mais variados estímulos, sempre com cuidado e fazendo associações positivas para evitar que se mostrem inseguros na idade adulta.

Por Alexandre Rossi, zootecnista, especialista em comportamento animal e sócio-fundador da Cão Cidadão.

Fonte: Veja SP.

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