CIÊNCIA ANIMAL!

Passeio com o cachorro: tornando este momento especial

por Por Grupo de Estudos Científicos - Marina Bastos, Maurício Choinski, Patricia Tsapatsis, Samantha Melo, Cassia Rabelo Cardoso dos Santos
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A realidade da vida atual dos cães está cada vez mais ligada também à rotina que levamos, especialmente nas grandes cidades: um dia a dia atribulado, cheio de tarefas, em moradias cada vez menores e… com menos tempo. Mas qual seria o motivo de esses fatores do cotidiano dos seres humanos influenciarem tanto na vida dos cachorros? A resposta é simples: por estarmos também cada vez mais vinculados a eles – tanto, que a grande maioria dos tutores brasileiros os consideram verdadeiros membros da família.

Como não poderia deixar de ser, o modo de vida dos tutores não influencia apenas na rotina dos cachorros, mas também diretamente em seu bem-estar físico e mental. Por isso, é preciso entender as necessidades dos pets (muitas vezes distintas das nossas) para que possamos atendê-las da melhor forma e assim proporcionar a eles qualidade de vida e bons momentos conosco.

Um exemplo disso são os passeios: muitas vezes, a atividade precisa de alguns ajustes (seja em quantidade ou forma de caminhar) para que se torne um momento prazeroso tanto para o cão quanto para o tutor, ou seja, uma oportunidade de estreitar ainda mais o vínculo existente entre os dois.   

 

A importância do passeio – para o cachorro e para você

Todos aqueles que possuem um pet já devem ter visto a animação que eles sentem quando vão sair de casa e a sensação de bem-estar estampada na carinha deles quando retornam, não é mesmo? E isso foi comprovado pela ciência! Um estudo realizado na Austrália em 2007 identificou que cães que caminham diariamente, latem menos que os cães que não caminham, o que pode ser um indicador de que eles são menos estressados.

Além disso, o passeio também é considerado importante para deixar o seu pet em forma. Foi isso o que este outro estudo identificou: que quanto mais o cão anda, menos obeso ele é. Pode parecer óbvio, mas nem todo tutor dá o real valor às caminhadas de seus pets.

Agora que falamos dos benefícios para o seu pet, vamos falar dos benefícios para nós, humanos. Você sabia que a recomendação mundial de atividade física para uma pessoa é de 30 minutos por dia, 5 dias por semana? E ainda que a maior parte da população não segue essa recomendação? Você está dentro de qual grupo? Pois saiba que o seu cão pode te ajudar a ter uma vida mais saudável e prazerosa!

Uma pesquisa realizada com 26 residentes de lares populares demonstrou que aqueles que caminharam com cães durante 50 semanas, cinco vezes por semana, tiveram uma aderência em torno de 70% maior ao programa de atividade em comparação às pessoas sem cães, além de uma perda de peso em torno de 7kg. Quer mais motivos? Esse mesmo estudo mostrou que os níveis de colesterol e triglicérides diminuem quando mantemos uma rotina de passeios com nossos cães, o que também diminui (e muito) as chances de termos um infarto (uma das maiores causas de morte no mundo).

Além de tudo isso, já foi sugerido também que as pessoas que passeiam com cães sentem um aumento na autoestima e passam a ter mais contatos sociais. De fato, um estudo realizado com 987 tutores canadenses apontou que os seres humanos são mais propensos a interagirem com alguém que está com um cão do que com alguém sozinho; e aqueles que conversavam com as pessoas enquanto passeavam sentiam-se menos solitários, além das conversas serem leves e casuais. E o melhor: até mesmo aqueles que não conversavam com ninguém durante os passeios, relataram que se sentiam relaxados pois aproveitavam o momento com o cão para refletir.

Ou seja, passear com o seu melhor amigo provavelmente deixará ambos mais felizes, saudáveis e aumentará as chances de vocês manterem uma atividade física por um longo período de tempo!

Fatores que influenciam o passeio


Ter acesso total à casa ou não ter acesso nenhum, ser adestrado, ser agressivo com outros cães ou rolar em cima de carniças durante a caminhada aparentemente não influenciam diretamente na quantidade de vezes que o cão sai para passear, de acordo com um estudo realizado no Reino Unido. Contudo, de acordo com a mesma pesquisa, ter mais pessoas na casa é uma barreira para o passeio diário do cão e isso se dá principalmente quando existem crianças na família. Confira na ilustração abaixo outros fatores estudados pelos pesquisadores:

Os principais problemas que podem surgir na caminhada

Ansiedade

Quem nunca se deparou com a cena de um tutor tentando caminhar com seu cachorro na rua, e percebeu que esse simples ato é impossível, já que o cachorro arfa, puxa a guia e vocaliza loucamente ao avistar outro cão? Pois é, provavelmente se trata de mais um cão cujo nível de ansiedade supera o limite da normalidade. E a hora do passeio, por ser um momento repleto de estímulos olfativos, visuais e táteis, pode aumentar mais o nível dessa ansiedade.

Uma das medidas necessárias para amenizar esse problema deve ocorrer antes mesmo do passeio começar, ou seja, dentro de casa. Isso mesmo! Uma saída que já se inicia num nível elevado de excitação tende a seguir esse mesmo padrão durante todo o percurso. Portanto, quando chegar a hora de colocar a coleira e a guia no animal, o ideal é que tudo seja feito de maneira tranquila, com voz baixa e calma (transformando o momento  em uma coisa bem “chata e sem graça” para o peludo).

Para um cão ansioso, a pior forma de conduzir essa situação é chegar extremamente animado, mostrando a guia e a coleira e dizendo: “vamos passear!!!”. O bichinho certamente se empolgará a tal ponto que tende a ficar assim durante todo o percurso. Portanto, agir com tranquilidade com um cachorro muito agitado na hora de sair é essencial.  

Agressividade direcionada a cães

Uma outra coisa que pode acontecer durante os passeios é o seu cão ou o de outra pessoa rosnar e até tentar morder um ao outro. E aí, o que podemos fazer nesse momento? A maioria dos tutores que tem um cão agressivo ou reativo estão condicionados a puxar a guia e a enrolá-la no pulso assim que avistam outro animal. Além disso, tendem a falar baixo com o cãozinho, na tentativa de acalmá-lo. Mas o tiro pode sair pela culatra! Isso porque essa voz apaziguadora pode ser um gatilho para que o pet entenda mais ou menos algo como: "tem alguma coisa muito ruim para acontecer, melhor eu começar a reagir logo”. Daí para frente, os latidos, rosnados e até mordidas surgem.

Por isso, a melhor coisa a se fazer é tomar atitude semelhante à indicada em casos de ansiedade: controle seu cão e o treine em um ambiente com poucos estímulos, para então começar a aumentá-los. De fato, um estudo mostrou que, embora o cachorro na guia tenda a se relacionar menos com outros, estar preso também pode fazer com que ele se sinta mais "corajoso". Então, a melhor equação seria acostumar o seu animal a outros cães aos poucos, além de identificar porque ele mostra agressividade. Por exemplo: será que ele tem medo de outros cães? Ou ele se sente no controle da situação? Qual é a probabilidade de ele brigar com outro cachorro? Qual é o sexo do animal? Ele é castrado? Essas questões são fundamentais para poder traçar uma estratégia de treino. Outra dica para prevenir algum acidente: andar paralelamente a outro cão e evitar ir de encontro a ele.

Para ajudar nessa difícil missão, um estudo que observou 1.870 passeios trouxe alguns pontos importantes que podem fazer a diferença para que possamos minimizar os riscos de ataque:

  • A animosidade aconteceu três vezes mais, e as mordidas foram cinco vezes mais frequentes entre cães do mesmo sexo, do que entre cães do sexo oposto.

  • Cães pequenos tiveram mais interesse em interagir com cães do mesmo tamanho, e foi bem frequente cães menores evitarem os maiores.

  • Cães idosos mostraram os dentes com bastante frequência para cães filhotes, o que talvez indique que eles não gostam muito da interação “animada” deles.

  • Houve o dobro de ameaças de ataque entre cães na guia do que entre cães sem guia (é importante lembrar que esses cães sem guia estavam em espaços apropriados para soltar cães).

Agressividade direcionada a pessoas

Vários fatores podem levar um cão a atacar pessoas no passeio. Se o cão ataca somente quando alguém se aproxima e tenta tocá-lo, não é tão difícil controlá-lo, e geralmente um treino associando a aproximação de pessoas de forma gradual com algo bom, como ganhar um petisco, ajuda bastante. É importante que nesse treino a pessoa chame, e o cão se aproxime dela, e não o contrário.

Já aqueles cães que atacam ativamente, mesmo que o desconhecido não inicie uma interação, devem ser tratados ainda com mais cautela. O mesmo trabalho de aproximação deve ser feito, mas o ideal é conseguirmos acostumar o animal gradualmente com uma focinheira associando-a a algo bom, ou pelo menos um cabresto , que não impede o cão de morder, mas dá ao condutor o controle da cabeça dele. Contudo, não basta termos o controle momentâneo, é indispensável que se faça um treino de aproximação gradual e positiva para melhorar a condição do pet.

Medo excessivo

Um problema muito comum que dificulta o passeio é o medo excessivo. Imaginamos que quando um animal está com medo de algo, ele está se vendo em perigo e, por isso, tem duas opções: lutar ou fugir. Há cães medrosos que normalmente não querem passear e ficam tentando voltar, fugir ou se esconder entre as pernas do tutor. Por outro lado, existem também aqueles que avançam e mordem e parecem corajosos, mas na verdade podem estar blefando. Isso explica porque muitos cães medrosos ficam agressivos só quando estão na coleira, pois se vêem numa situação em que não conseguirão fugir se precisarem. Por isso, é fundamental estar atento aos sinais que o cão dá e permitir que ele se afaste quando não estiver à vontade.

Quando lidamos com o medo, é preciso ter muita paciência! É necessário começar fazendo passeios em lugares em que o cão se sinta mais seguro, na sala de casa ou no hall do prédio, por exemplo. Depois de relaxado nesses locais, podemos levar o cão para passeios na rua em horários e locais menos movimentados e assim vamos o acostumando gradativamente com estímulos variados, sempre fazendo associações positivas dessa situação com algo que o cão goste muito.

É importante que toda situação de medo não seja intensa e que termine logo, então, passeios curtos no início são bem melhores para o cão ir se habituando. Outra dica é procurar saber o que gera o medo: alguns cães têm fobias generalizadas, já outros tem medos específicos. Nesse caso, devemos evitar esses estímulos, e a aproximação dos estímulos que podem gerar medo deverá acontecer de forma gradual por pequenos períodos para que o cachorro consiga se recompor e seguir seu caminho.

E cuidado: forçar um cão a passear além de seu limite não é uma boa estratégia, pode piorar o medo e desencadear outros comportamentos indesejados como forma de defesa.

Por fim, tenha especial atenção com filhotes. Eles devem ser acostumados com a coleira e guia dentro de casa para só então ir para a rua. Saiba que os primeiros passeios devem ser bem lentos e o cãozinho vai querer cheirar absolutamente tudo. Portanto, vá devagar e o estimule a andar, mas sem imprimir um ritmo maior do que ele é capaz, afinal, ele precisa de tempo para assimilar esse novo mundo que se abre aos seus olhos.

Falta de motivação

E quando o cão não quer passear? O que não faltam na internet são vídeos (realmente engraçados) de tutores praticamente arrastando seus pets pela rua. Enquanto os donos até imploram, os totós ficam lá, esparramados. Pois é. Alguns cães são tão espertos que percebem rapidamente que se jogar no chão chama e muito a atenção do tutor. E que peludo não quer atenção, não é mesmo?

A boa notícia é que existem alguns truques que podemos utilizar com esses animais, mas antes, vamos falar de um outro ponto que deve ser observado antes de tomarmos providências comportamentais.

A primeira atitude a se tomar quando o seu cão não quer passear é verificar como anda a saúde dele. Um pet com dor (nas articulações, numa unha da patinha ou na própria patinha, por exemplo), pode perder o interesse em passear. Assim como também pode acontecer com o bicho que tem outros problemas de saúde, em qualquer parte do corpo. Então, primeiro leve seu cão ao veterinário para excluir quaisquer problemas clínicos.

Agora que já vimos que o Rex está ótimo, vamos ao que podemos fazer numa situação em que ele empaque. Qual a primeira reação do tutor nestes casos? "Vamos, Batatinha, o que é isso, você está fazendo corpo mole é?" Ou então algo como "ahhh, Bisteca, você tá cansado, vem cá, a mamãe te leva no colo!” Se identificou? Pois saiba que, sem nem perceber, reforçamos o comportamento dele de parar ou de se esparramar no chão com essas conversas! A partir daí, quando ele não quiser mais passear ou quiser a nossa atenção, o que ele vai fazer? Exatamente isso! Mas então, como agir? O método mais simples é simplesmente ignorar o cão e, quando ele der um passinho, reforçar com festa e atenção. Mas esteja preparado, pois isso pode levar muitos minutos para acontecer! Um outro jeito de motivar o seu cão a se manter andando é com um petisco bem gostoso nas mãos. Enquanto ele estiver caminhando, ele ganha o petisco, se parar, a recompensa cessa. Mas cuidado para ele não roubar a guloseima quando parar!

Equipamentos importantes (e necessários!)

Os equipamentos utilizados no passeio podem fazer muita diferença em relação a vários fatores. Abaixo estão descritos os principais.

Dicas importantes para um passeio seguro

  • Converse com os profissionais veterinários que acompanham o seu cão para obter orientações sobre antiparasitas e vermífugos.

  • Sempre que for virar uma esquina, faça isso antes do cão. É uma forma de ver se está tudo seguro e mostrar a ele que, se houver algum problema, você vai resolver.

  • Cuidado com portões abrindo ou fechando, você nunca sabe o que está atrás deles; espere o fechamento total para passar em frente. O mesmo conselho vale para elevadores: verifique sempre o recinto e entre (e saia) antes do seu animal.

  • Fêmeas no cio exigem atenção redobrada durante o passeio: não permita a aproximação de outros cães, especialmente se o outro cão estiver solto. Se acontecer, faça de tudo para que ele não a aborde por trás, pois depois que eles “engatam” não há mais o que fazer, se você tentar separar pode machucá-los severamente. Colocar fraldas na cadela pode ser outra solução.

O que concluímos?

É difícil pensar em um cão feliz sem imaginá-lo ao ar livre, aproveitando um passeio divertido, não é mesmo? Cachorros que caminham diariamente tendem a ser menos estressados, mais saudáveis (e em forma!) e ter uma relação mais estreita com seus tutores. Pesquisas também apontaram que os próprios donos se beneficiam das saídas com seus cachorros, tanto pelo estímulo maior aos exercícios físicos, como tendo sua autoestima e seus contatos sociais aumentados ou estimulados.

Contudo, algumas características dos cães influenciam negativamente na frequência e na qualidade de seus passeios, como a ansiedade, a agressividade (direcionada a outros cachorros ou pessoas), o medo excessivo e a falta de motivação. Além disso, o fato de o tutor ter um mais de um pet também pode atrapalhar a atividade. Dessa forma, é essencial que os tutores se conscientizem das reais necessidades de seus companheiros e não desistam das caminhadas diárias. Para tanto, existem técnicas e estratégias (muitas delas indicadas nesse texto) e profissionais que trabalham com reforço positivo que podem ajudar no desafio. A paciência e persistência certamente resultarão em muito amor por parte dos cães, passeios verdadeiramente especiais e muito mais qualidade de vida para todos.

Referências:

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